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Cliente SubVersion em RedHat 7.1

Depois de buscas aturadas na net, não encontrei indicações de como instalar o SubVersion em máquinas com o RedHat 7.1 nativo. A busca por rpm‘s também se revelou infrutífera: os pacotes não oficiais referidos na página de downloads do SubVersion, precisam de bibliotecas que não existem nos últimos updates existentes para o RedHat 7.1, nomeadamente o OpenSSL requerido é mais recente que o OpenSSL mais recente disponibilizado nos updates.

Passo seguinte: tentar compilar a partir das sources. Descarreguei as sources (por uma questão de compatibilidade com o que já havia cá na casa, optei pela versão 1.2.3) e descompactei-as.

Após várias tentativas, com o comando de configuração
./configure --enable-all-static --disable-mod-activation --without-berkeley-db

seguido do make da praxe, o cliente subversion lá ficou em condições de ser utilizado. Esta compilação não permite a interacção via Apache2 nem repositórios em BerkeleyDb.

Depois disto, como root bastou fazer make install, para instalar o cliente subversion.

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Primeiras impressões do Flock

Finalmente tive disponibilidade para instalar o Flock e passei algum tempo a experimentá-lo.

A integração deste browser com o del.icio.us é notável, chegando ao ponto de permitir aos utilizadores deste serviço a sua utilização como a lista de Favoritos/bookmarks.

Um outro aspecto que me agradou no Flock foi a integração com serviços de blogging. Não por que eu seja um blogger compulsivo, mas o facto de no trabalho manter num blog (obviamente em WordPress) com as minhas notas e registos faz com que eu seja mais sensível a esta integração. A propósito, este post foi publicado com o Flock, utilizando esta integração.

A abordagem efectuada para a integração com serviços de blogging é semelhante à do w.bloggar. O WordPress é suportado através da API Meta-Weblog, sendo ainda possível interagir com blogs usando as API do Blogger, Movable Type e Atom.

O editor dos posts é WYSIWYG, e, ao contrário do editor do WordPress, recorre a elementos html span, com atributos das fontes para formatar o texto. Tal como o editor WYSIWYG do WordPress, a definição de hiperlinks obriga a que se escreva um caracter para a frente do texto que se pretende que fique na tag <a>, sob pena de o texto que se continue a escrever fique dentro da tag <a>.

A publicação de posts em blogs que não estejam com o encoding UTF-8 revelou-se com problemas, uma vez que os caracteres acentuados foram substituídos. Os posts ficaram exactamente como se se tivesse um blog WordPress em iso-8859-15 e se alterasse o encoding para UTF-8. Este problema pode não estar directamente relacionado com o Flock, mas ser antes um problema da API, de qualquer forma isso reflecte-se no Flock.

A publicação de posts tem uma lacuna, no meu entender grave, que deve ser resolvida ASAP: não é possível definir a(s) categoria(s) do post. Todos os posts são publicados com a categoria default, o que obriga a uma edição posterior do post para se corrigir a categoria. Em compensação, permite definir tags Technorati que são colocadas no fim do post (tal como aparecem neste).

Falta ainda referir que enquanto browser o Flock não me encheu as medidas. Provavelmente por utilizar um tema que tenho a sensação que é mais pesado que o tema default do FireFox, a responsividade da aplicação deixou algo a desejar. Por vezes ficava com a sensação de que um ou outro clique que eu fazia tinha sido feito “ao lado” ou tinha sido desprezado.

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